
Reforçando o seu compromisso com a qualificação e valorização dos profissionais da cultura, a Fundação Bienal de Arte de Cerveira (FBAC) vai promover, ao longo de 2026, três ações de formação no âmbito do projeto “Conversas à Margem”. As sessões são gratuitas, decorrem presencialmente no Museu Bienal de Cerveira e exigem inscrição prévia, já aberta para a primeira sessão que terá lugar no dia 10 de abril: “Práticas artísticas, participação e comunidades”.
“Conversas à Margem” é um projeto formativo que recorre a metodologias de educação formal e não formal, com o objetivo de reforçar a capacitação dos profissionais do setor cultural e responder às necessidades formativas do território. O plano integra três sessões, com a duração de seis horas cada, a realizar ao longo do ano. Dando continuidade ao seu trabalho na área da formação, a FBAC apresenta um programa que contempla áreas fundamentais como as práticas artísticas participativas, o pensamento crítico aplicado ao contexto museológico e a gestão de equipamentos culturais.
No dia 10 de abril, realiza-se a formação “Práticas artísticas, participação e comunidades”, orientada por Hugo Cruz. Esta ação propõe uma abordagem estruturada às práticas artísticas participativas e comunitárias, explorando a interseção entre criação artística, intervenção social e participação cívica. A partir de diferentes perspetivas – cultural, educativa, social e política – os participantes serão convidados a desenvolver uma visão crítica, pedagógica e humanista da criação e da ação cultural.
Como sublinha o Presidente da FBAC, Rui Teixeira: “Esta iniciativa reforça o papel da FBAC na promoção da formação, do pensamento crítico e da inovação no setor cultural, afirmando-se como um espaço de partilha de conhecimento, desenvolvimento de competências e valorização dos profissionais, fortalecendo o ecossistema cultural do território”.
O formador Hugo Cruz é criador, programador cultural, professor e investigador, doutorado em “Práticas Artísticas Comunitárias e Participação Cívica e Política no Brasil e Portugal”. Professor convidado na Universidade de Évora e na Escola Superior de Dança – IPL, atua como consultor artístico em projetos nacionais e internacionais e publica sobre arte, espaço público e políticas culturais. Foi diretor artístico do Festival Imaginarius, MEXE e da Mostra de Arte Contemporânea Portuguesa, sendo atualmente diretor artístico do DESEJAR, Movimento de Artes e Lugares Comuns, e do projeto “O que fazemos com isto?”, Braga25 – Capital Portuguesa da Cultura.
De referir que o programa de formação integra a candidatura “Territórios sem fronteira” (Apoio Sustentado – Artes Visuais – 2025-2026), com o apoio da República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes, sendo a FBAC membro da RPAC – Rede Portuguesa de Arte Contemporânea.
“Práticas artísticas, participação e comunidades”
10 de abril de 2026
Horário: 10h00–13h00 / 14h00–17h00 (6 horas)
Destinatários: Equipa e parceiros da FBAC; profissionais e estudantes das áreas da cultura, artes, social, educação, saúde e ambiente da área de implementação da FBAC.