Exposição “Fundação Bienal de Arte de Cerveira: uma antologia”

 

 

Assinalando os 40 anos da Bienal Internacional de Arte de Cerveira, o Centro Cultural de Cascais mostrou, escultura, pintura e fotografia de Helena Almeida, José Rodrigues, Pedro Calapez, Pedro Cabrita Reis, Ângelo Sousa e Álvaro Lapa, entre outros autores consagrados e emergentes.

Tratou-se de uma antologia que apresentou obras de mais de 30 criadores, que integram a coleção da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, que pôde ser visitada de 26 de janeiro a 31 de março.

Numa referência a esta antologia, o presidente da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, Fernando Nogueira, realçou que esta exposição “se afigurou um manifesto (…) que convidou a uma reaproximação histórica e física, no seio do panorama artístico português e internacional das últimas quatro décadas”.

“A Bienal Internacional de Arte de Cerveira é visionária, tem aberto portas a novos criadores, descentralizando os eventos de arte, sendo fundamental para aproximar um universo, que alguns ainda julgam ser apenas para usufruto elitista, da população em geral. É este espírito de querer arriscar, de partilha e de valorização da Cultura que também carateriza Cascais”, destacou Carlos Carreiras, presidente da Câmara Municipal de Cascais.

Com curadoria de Luísa Soares de Oliveira, a mostra decorreu no âmbito da programação do Bairro dos Museus de Cascais e na sequência de uma colaboração entre a Fundação Dom Luís I e a Fundação Bienal de Arte de Cerveira.

“Esta exposição foi o ponto de partida de uma viagem que se prolonga até Vila Nova de Cerveira, de 10 de agosto a 23 de setembro, na XX Bienal Internacional de Arte de Cerveira, onde a produção artística contemporânea, a experimentação, e a atividade expositiva como meio de reflexão sobre a cultura visual contemporânea têm lugar cativo”, acrescenta Fernando Nogueira. A iniciativa conta com o apoio da República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes.

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