3 e 4 agosto | Espetáculos de Dança e Música ao vivo | Entrada Livre!

Celine AvrahamiCeline Avrahami

 

3 agosto | 21h00
Dança e Música ao Vivo “HAKLUM”
Autor – Celine Avrahami
Música – Philip Glass

haklum Haklum

“Se alguém põe o seu pé dentro do ‘Nada’ por engano, o pé… ou qualquer outra coisa que ponhas desaparecerá…alguns cairão até de propósito se se aproximarem demasiado do “Nada”. Tem uma atração irresistível.
– “Viste o “Nada” Sonny?
– Sim, muitas vezes.
– Como é?
– Como se fosses cego…
A História Interminável, Michael Ende

Haklum significa em hebreu o “Nada”. A palavra hebraica também contém a outra palavra “tudo” dentro dela e um dos nomes judaicos de Deus, dando a entender o nada como parte do divino. Haklum é uma peça inspirada no livro ‘A História Interminável’ de Michael Ende. Haklum refere-se ao poder na vida que nos atrai ao seu lado obscuro, como indivíduos e como nações, a força destrutora que manipula os atos que se cometem, rompendo com as fronteiras da consciência. Haklum refere-se ao seu efeito e ao poder da tentação através da narrativa de uma pessoa ao encontrar-se com esta força e as mudanças que a vida leva.

 

 

Beibei Wang

 

 

Beibei Wang

4 agosto | 21h00
Dança e Música ao Vivo “Conversation piece”
Fórum Cultural | Openspace (Entrada pelo pavilhão norte)
Autor – Celine Avrahami (com a colaboração de Beibei Wang)
Música – Philip Glass

Cada ato físico nosso é uma revelação da relação com o ser interior. Podemos ser reconhecidos com frequência pela sua linguagem ou vocabulário dos movimentos que se repetirão. Estes padrões refletem não só um hábito físico, senão uma atitude interior e de aproximação. “Conversation Piece” trata sobre a manifestação dos padrões de pensamentos que conseguem uma forma física nos nossos corpos e sugere uma alternativa: libertarmo-nos de definições, viver o desconhecido dentro de nós. A música é interpretada por Beibei Wang.

Beibei é uma das principais percussionistas chinesas. Neste espetáculo decidiu criar o seu próprio instrumento, feito de materiais que se encontram à sua volta. Improvisa utilizando os recursos no espaço – o chão, o seu corpo e o corpo de Celine, criando de um conjunto de sons inesperados. A sua música combina-se com sons gravados da rua.

 

 

 

 

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